Abul Alcacim Maomé ibne Abedalá ibne Abedal Motalibe ibne Haxime
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Este site pretende apresentar alguns factos sobre a biografia de Maomé, o profeta do Islão, geralmente omitidos, desvalorizados, camuflados ou desconhecidos do publico em geral.
Este site pretende dar a conhecer factos da história da religião que deu origem ao Islão, para se perceber no que esta religião se tornou, para que qualquer pessoa possa formar a sua própria opinião sobre o que é o Islão, o Islamismo, a comunidade islâmica e muçulmana, e o tipo de pessoa que foi o seu fundador.
Pela perceção de quem foi Maomé, através dos factos históricos apresentados neste site, cada um poderá inferir o que é ser-se muçulmano e o que é o Islamismo, considerando que um crente desta religião, tem como objetivo máximo da sua devoção, imitar o modo de vida do seu Profeta, e promover o que foi estipulado no Alcorão.
Os factos aqui apresentados, são a origem do islamismo, da história do Islão e do Islamismo.
As grandes perguntas são: sendo os factos reais aqui apresentados, episódios desconcertantes pela sua grande violência, os quais estão na base do islamismo, e da cultura islâmica, como é que é possível os muçulmanos defenderem que o Islão é uma religião de paz e amor?
Como se pode alguma vez ter confiança na convivência e integração com os muçulmanos, quando os mesmos, caracterizando-se pela sua devoção à sua religião, professam a imposição das regras sociais, políticas e religiosas que Maomé determinou.
O muçulmano praticante pretende impor as leis de Allá a si e aos outros. Ora, as leis de Allá, transmitidas por Maomé enquanto mensageiro da divindade, é a da total submissão do individuo às regras sociais que Maomé professou. Todo o comportamento dissidente - que não seja o cumprimento da lei da xaria - é para erradicar, nomeadamente através da morte aos infiéis, e de todos os que não pretendem professar esta confissão religiosa.
A árvore vê-se pelo seu fruto. É uma realidade que os países menos desenvolvidos são muçulmanos. Porquê?
Como é que hoje é ainda admissível a desigualdade e desumanidade com que as mulheres são tratadas nos países muçulmanos?
O Islão é a única religião que está na base de actos de violência terrorista no mundo.
E não se diga que são extremistas que interpretam mal o Alcorão. NÃO. São estes Jihadistas que realmente cumprem as prescrições que Maomé estabeleceu para o comum dos muçulmanos: a lei da xaria e a morte aos infiéis.
Quem afirma este tipo de chavões é porque nunca leu o Alcorão, nem os Hadits.
Os factos apresentados neste site sobre Maomé, sobre a comunidade islâmica, os muçulmanos têm como base a bibliografia aqui apresentada, nomeadamente o Alcorão e os Ahadits.
E pretendem revelar o que as comunidades islâmicas tentam esconder aos ocidentais, com o intuito de fazerem parecer que o Islão é uma religião de Paz e Amor.
Leia por si o Alcorão e os Ahadits e tire as suas conclusões.
Neste site constam apenas alguns factos, no mínimo, perturbadores. Mas que são reais, como poderá confirmar na bibliografia apresentada.
Não se sabe ao certo o ano do nascimento do profeta Maomé, mas estima-se que tenha sido em Meca entre as datas de 567 e 573. Adotou-se frequentemente a data de 571 como referência para o seu nascimento.
Não se sabe ao certo o ano do nascimento do profeta Maomé, mas estima-se que tenha sido em Meca entre as datas de 567 e 573. Adotou-se frequentemente a data de 571 como referência para o seu nascimento.
Maomé ficou órfão de pai quando sua mãe estava ainda grávida.
Maomé ficou órfão de pai quando sua mãe estava ainda grávida.
Maomé é entregue a uma ama de leite de uma família de pastores, que o leva para as montanhas fora de Meca, que tomam conta dele até aos 5 anos, altura que o devolvem à mãe.
Maomé é entregue a uma ama de leite de uma família de pastores, que o leva para as montanhas fora de Meca, que tomam conta dele até aos 5 anos, altura que o devolvem à mãe.
Maomé fica órfão de mãe, sendo confiado ao seu avô.
Maomé fica órfão de mãe, sendo confiado ao seu avô.
Morre o avô de Maomé sendo o mesmo confiado ao seu tio Abu Talib, comerciante e mercador de Meca, o qual o educa e para o qual passa a trabalhar na sua adolescência. O seu tio comerciava mercadorias trazendo-as em caravanas de camelos de Damasco na Síria para Meca, centro de comércio e peregrinação da época.
Morre o avô de Maomé sendo o mesmo confiado ao seu tio Abu Talib, comerciante e mercador de Meca, o qual o educa e para o qual passa a trabalhar na sua adolescência. O seu tio comerciava mercadorias trazendo-as em caravanas de camelos de Damasco na Síria para Meca, centro de comércio e peregrinação da época.
Maomé pede a mão da sua prima Omm Hani (Fakhita), filha de seu tio Abu Talib, em casamento. O pedido foi rejeitado em favor de um pretendente mais abastado, já que, Maomé não tinha boa condição financeira. Esta rejeição fica-lhe marcada na alma.
Maomé pede a mão da sua prima Omm Hani (Fakhita), filha de seu tio Abu Talib, em casamento. O pedido foi rejeitado em favor de um pretendente mais abastado, já que, Maomé não tinha boa condição financeira. Esta rejeição fica-lhe marcada na alma.
Maomé, bom gerente do negócio do seu tio, conhecido pela sua honestidade, inteligência e boas capacidades sociais, é assediado para trabalhar com uma concorrente de Abu Talib, de seu nome Khadija Bin Khowaylid.
Maomé, bom gerente do negócio do seu tio, conhecido pela sua honestidade, inteligência e boas capacidades sociais, é assediado para trabalhar com uma concorrente de Abu Talib, de seu nome Khadija Bin Khowaylid.
Com 25 anos de idade Maomé casa com Khadija, de 40 anos, da qual teve 4 filhas.
Com 25 anos de idade Maomé casa com Khadija, de 40 anos, da qual teve 4 filhas.
Na Caverna da colina de Hira, perto de Meca, enquanto meditava, deu-se o princípio da revelação para o Enviado de Deus, através do Arcanjo Gabriel, o qual ordenou a Maomé que recitasse o que lhe ordenasse em nome de Allá. Estas recitações, que durariam até à sua morte, viriam a ser compilados no Alcorão. Maomé considerava-se assim o Mensageiro de Alla e da Sua vontade.
Na Caverna da colina de Hira, perto de Meca, enquanto meditava, deu-se o princípio da revelação para o Enviado de Deus, através do Arcanjo Gabriel, o qual ordenou a Maomé que recitasse o que lhe ordenasse em nome de Allá. Estas recitações, que durariam até à sua morte, viriam a ser compilados no Alcorão. Maomé considerava-se assim o Mensageiro de Alla e da Sua vontade.
Maomé prega a Mensagem de Allá às tribos de Meca, onde é seguido por poucos; e rechaçado e zombado pela maioria que não aceita a sua visão do mundo.
Maomé prega a Mensagem de Allá às tribos de Meca, onde é seguido por poucos; e rechaçado e zombado pela maioria que não aceita a sua visão do mundo.
Morte do seu tio Abu Talib e da sua primeira mulher Khadija. Neste mesmo ano casa com a sua segunda mulher de seu nome Sawda.
Morte do seu tio Abu Talib e da sua primeira mulher Khadija. Neste mesmo ano casa com a sua segunda mulher de seu nome Sawda.
Maomé, com então 48 anos de idade, fica noivo da sua futura quarta mulher de seu nome Aisha, uma criança de 6 anos, tendo consomado sexualmente o matrimónio com esta, aos nove anos de idade.
Maomé, com então 48 anos de idade, fica noivo da sua futura quarta mulher de seu nome Aisha, uma criança de 6 anos, tendo consomado sexualmente o matrimónio com esta, aos nove anos de idade.
Em 16 de Julho, Maomé e os seus seguidores, fugindo da perseguição dos mequenses, abandonam Meca e exilam-se em Medina, sendo esta a data do início da era muçulmana “Hégira”. Em Medina Maomé era aceite por várias tribos como o Mensageiro de Allá, sendo responsável por unir voluntariamente várias dessas tribos quezilentas entre si, sob a sua ordem, trazendo assim alguma paz social entre as várias populações de Medina.
Em 16 de Julho, Maomé e os seus seguidores, fugindo da perseguição dos mequenses, abandonam Meca e exilam-se em Medina, sendo esta a data do início da era muçulmana “Hégira”. Em Medina Maomé era aceite por várias tribos como o Mensageiro de Allá, sendo responsável por unir voluntariamente várias dessas tribos quezilentas entre si, sob a sua ordem, trazendo assim alguma paz social entre as várias populações de Medina.
Outro poeta de Meca, Ka´b ibn al-Ashraf, pertencente ao clã judaico Banu n-Nadir, opositor de Maomé em Meca, foi também assassinado a pedido do Anunciador de Allá aos seus séquitos, tendo-lhe sido trazida aos seus pés, a cabeça deste opositor.
Outro poeta de Meca, Ka´b ibn al-Ashraf, pertencente ao clã judaico Banu n-Nadir, opositor de Maomé em Meca, foi também assassinado a pedido do Anunciador de Allá aos seus séquitos, tendo-lhe sido trazida aos seus pés, a cabeça deste opositor.
Maomé casa com a sua terceira mulher Hafça, de 18 anos de idade.
Maomé casa com a sua terceira mulher Hafça, de 18 anos de idade.
O Mensageiro de Allá e os seus séquitos, não tinham fonte de rendimentos certa. O próprio Anunciador vivia de caridade pública. Passaram a dedicar-se ao saque das caravanas comerciais da sua antiga tribo qoraychita, que traziam bens da Síria para Meca, satisfazendo assim o seu desejo de vingança contra aqueles que os obrigaram a expatriarem-se, ao mesmo tempo que tinha acesso a meios de financiamento. Maomé dividia depois os proventos dos saques (camelos, bens, escravos e resgates dos reféns perante as famílias destes) pelos seus seguidores. Maomé mandava executar os prisioneiros pelos quais ninguém pagava resgate.
Maomé ficava com um quinto dos proventos dos saques, os quais, de acordo com o Alcorão, serviria para prover às necessidades dos pobres, órfãos e viajantes.
O Mensageiro de Allá e os seus séquitos, não tinham fonte de rendimentos certa. O próprio Anunciador vivia de caridade pública. Passaram a dedicar-se ao saque das caravanas comerciais da sua antiga tribo qoraychita, que traziam bens da Síria para Meca, satisfazendo assim o seu desejo de vingança contra aqueles que os obrigaram a expatriarem-se, ao mesmo tempo que tinha acesso a meios de financiamento. Maomé dividia depois os proventos dos saques (camelos, bens, escravos e resgates dos reféns perante as famílias destes) pelos seus seguidores. Maomé mandava executar os prisioneiros pelos quais ninguém pagava resgate.
Maomé ficava com um quinto dos proventos dos saques, os quais, de acordo com o Alcorão, serviria para prover às necessidades dos pobres, órfãos e viajantes.
Perto dos poços de Badr, numa das emboscadas que a sua tropa armada preparou às caravanas comerciais dos qoraychitas, pediu resgates às famílias dos prisioneiros. Aos prisioneiros em que as famílias não tivessem pago o resgate Maomé mandou executa-los. Mas dois dos prisioneiros desta emboscada foram opositores intelectuais de Maomé em Meca. Estes dois foram logo executados por ordem do Mensageiro de Allá sem possibilidade de resgate.
Perto dos poços de Badr, numa das emboscadas que a sua tropa armada preparou às caravanas comerciais dos qoraychitas, pediu resgates às famílias dos prisioneiros. Aos prisioneiros em que as famílias não tivessem pago o resgate Maomé mandou executa-los. Mas dois dos prisioneiros desta emboscada foram opositores intelectuais de Maomé em Meca. Estes dois foram logo executados por ordem do Mensageiro de Allá sem possibilidade de resgate.
Maomé era agora rico e poderoso.
Maomé era agora rico e poderoso.
Maomé volta-se contra os judeus. As suas tropas cercam o clã judaico de Medina Banu Qaynoqa que não aceitava a sua autoridade. Este clã Judeu tinha cerca de 700 soldados. 15 dias após o cerco, estes judeus rendem-se. Maomé pretendia executa-los no local, mas a pedido de Ibn Obayy, o Anunciador de Allá, poupou a vida a estes 700 soldados, com a condição de que abandonassem Medina e deixassem todos os seus bens a Maomé e seus séquitos no espaço de 3 dias. O saque foi bem grande tendo Maomé ficado com um quinto.
Maomé volta-se contra os judeus. As suas tropas cercam o clã judaico de Medina Banu Qaynoqa que não aceitava a sua autoridade. Este clã Judeu tinha cerca de 700 soldados. 15 dias após o cerco, estes judeus rendem-se. Maomé pretendia executa-los no local, mas a pedido de Ibn Obayy, o Anunciador de Allá, poupou a vida a estes 700 soldados, com a condição de que abandonassem Medina e deixassem todos os seus bens a Maomé e seus séquitos no espaço de 3 dias. O saque foi bem grande tendo Maomé ficado com um quinto.
Em março de 625, no monte Ohod as tropas de Maomé combatem as tropas das tribos de Meca. É a primeira vez que o Anunciador entra fisicamente em combate. Por sorte não é morto pelos qorayshitas que vencem a batalha. Nas outras batalhas Maomé ficava na retaguarda em oração.
Em março de 625, no monte Ohod as tropas de Maomé combatem as tropas das tribos de Meca. É a primeira vez que o Anunciador entra fisicamente em combate. Por sorte não é morto pelos qorayshitas que vencem a batalha. Nas outras batalhas Maomé ficava na retaguarda em oração.
A tribo beduina dos Banu Lihyan tinha um reino poderoso na península arábica perto de Medina. Maomé, tendo sabido que o seu chefe Sofyan ibn Khalid reunia homens para o atacar, enviou um dos seus sectários Abdallah ibn Onays para o matar, tendo este cortado a cabeça do líder daquela tribo enquanto este dormia.
A tribo beduina dos Banu Lihyan tinha um reino poderoso na península arábica perto de Medina. Maomé, tendo sabido que o seu chefe Sofyan ibn Khalid reunia homens para o atacar, enviou um dos seus sectários Abdallah ibn Onays para o matar, tendo este cortado a cabeça do líder daquela tribo enquanto este dormia.
Maomé casou-se com mais duas mulheres viúvas de muçulmanos mortos na batalha de Badr e Ohod.
Maomé casou-se com mais duas mulheres viúvas de muçulmanos mortos na batalha de Badr e Ohod.
Maomé manda assassinar a poeta satírica Asma, intelectual mequense, critica da sua pessoa. Bastou apregoar alto para os seus séquitos:” Não há ninguém que me livre desta mulher?” O desejo de agradar ao Anunciador por parte dos seus seguidores tratou do resto. Omayr ibn Adi mata a Acma Marwan de noite com uma espada quando a mesma dormia com as suas 5 filhas, uma delas ainda recém nascida.
Maomé manda assassinar a poeta satírica Asma, intelectual mequense, critica da sua pessoa. Bastou apregoar alto para os seus séquitos:” Não há ninguém que me livre desta mulher?” O desejo de agradar ao Anunciador por parte dos seus seguidores tratou do resto. Omayr ibn Adi mata a Acma Marwan de noite com uma espada quando a mesma dormia com as suas 5 filhas, uma delas ainda recém nascida.
Maomé manda assassinar outro poeta satírico, intelectual mequense, critico de sua pessoa, desta vez o velho judeu Abu Afak. Bastou apregoar alto para os seus séquitos:” Quem me vingará deste canalha?”. Salim ibn Omayr tratou de o atravessar com uma espada.
Maomé manda assassinar outro poeta satírico, intelectual mequense, critico de sua pessoa, desta vez o velho judeu Abu Afak. Bastou apregoar alto para os seus séquitos:” Quem me vingará deste canalha?”. Salim ibn Omayr tratou de o atravessar com uma espada.
Em expedição contra duas tribos que conspiravam contra Maomé, as quais se esquivaram ao ataque, o Mensageiro de Allá capturou-lhes os animais, prisioneiros, raparigas e crianças, que ficaram para trás na fuga.
Em expedição contra duas tribos que conspiravam contra Maomé, as quais se esquivaram ao ataque, o Mensageiro de Allá capturou-lhes os animais, prisioneiros, raparigas e crianças, que ficaram para trás na fuga.
As mulheres capturadas estavam todas destinadas a serem entregues contra resgate. Porém, acontecera que estas mulheres capturadas, eram assediadas pelos soldados de Maomé, que nutriam desejo sexual pelas mesmas. Abu Sa ´id al-Kodri, soldado de Maomé, descreve que os soldados praticavam o “azl” ou seja, o coito interrompido com elas enquanto não fossem resgatadas. Questionado o Mensageiro de Allá, por um dos seus sectários, se podiam cometer esta prática, este respondeu: “Não tendes obrigação de vos absterdes delas…”
As mulheres capturadas estavam todas destinadas a serem entregues contra resgate. Porém, acontecera que estas mulheres capturadas, eram assediadas pelos soldados de Maomé, que nutriam desejo sexual pelas mesmas. Abu Sa ´id al-Kodri, soldado de Maomé, descreve que os soldados praticavam o “azl” ou seja, o coito interrompido com elas enquanto não fossem resgatadas. Questionado o Mensageiro de Allá, por um dos seus sectários, se podiam cometer esta prática, este respondeu: “Não tendes obrigação de vos absterdes delas…”
Uma das raparigas capturadas a que ninguém ofereceu resgate foi levada como escrava pelos séquitos de Maomé, para um mercado de escravos.
Uma das raparigas capturadas a que ninguém ofereceu resgate foi levada como escrava pelos séquitos de Maomé, para um mercado de escravos.
Maomé casa com a sua sexta mulher de seu nome Jowayriya.
Maomé casa com a sua sexta mulher de seu nome Jowayriya.
Maomé casa com a sua sétima mulher de seu nome Zaynab, mulher de seu filho adoptivo. O Alcorão concede a Maomé uma dispensa especial enquanto chefe da sua comunidade “Umma”, que lhe permitia casar quantas vezes quisesse, enquanto a tradição impunha o máximo de 4 mulheres por muçulmano.
Maomé casa com a sua sétima mulher de seu nome Zaynab, mulher de seu filho adoptivo. O Alcorão concede a Maomé uma dispensa especial enquanto chefe da sua comunidade “Umma”, que lhe permitia casar quantas vezes quisesse, enquanto a tradição impunha o máximo de 4 mulheres por muçulmano.
Maomé faz o cerco a uma tribo medinense judaica dos Banu Qorayza que era sua opositora e não pretendia subjugar-se à sua vontade e autoridade. Uns membros desta tribo conseguem fugir, outros converteram-se forçadamente ao islamismo. Quanto aos restantes membros da tribo judaica que se renderiam, Maomé determinou que mulheres e crianças fossem feitos seus escravos, os bens da tribo partilhados pelos seus soldados, e os homens executados por decapitação. Mandou então cavar grandes fossas no mercado de Medina, tendo sido decapitados todos os judeus em número que se estima entre o mínimo de 450 e o máximo de 800 homens. Depois do massacre que demorou cerca de 3 dias a executar, venderam as mulheres e as crianças no mercado de escravos. O dinheiro foi dividido pelos séquitos de Maomé.
Maomé faz o cerco a uma tribo medinense judaica dos Banu Qorayza que era sua opositora e não pretendia subjugar-se à sua vontade e autoridade. Uns membros desta tribo conseguem fugir, outros converteram-se forçadamente ao islamismo. Quanto aos restantes membros da tribo judaica que se renderiam, Maomé determinou que mulheres e crianças fossem feitos seus escravos, os bens da tribo partilhados pelos seus soldados, e os homens executados por decapitação. Mandou então cavar grandes fossas no mercado de Medina, tendo sido decapitados todos os judeus em número que se estima entre o mínimo de 450 e o máximo de 800 homens. Depois do massacre que demorou cerca de 3 dias a executar, venderam as mulheres e as crianças no mercado de escravos. O dinheiro foi dividido pelos séquitos de Maomé.
Maomé tomou para si uma concubina, viúva de um dos executados, de seu nome Rayhana.
Maomé tomou para si uma concubina, viúva de um dos executados, de seu nome Rayhana.
Maomé toma a decisão de partir para Meca em peregrinação pacifica e ali cumprir os ritos da omra (cerimónia que inclui as tradicionais voltas a Ka´ba). Para que fosse pacifica esta peregrinação, houve negociações entre os muçulmanos e os Mequenses para que esta visita fosse pacifica (pacto de Hodaybiyya). Esta peregrinação teria início passados 12 meses.
Maomé toma a decisão de partir para Meca em peregrinação pacifica e ali cumprir os ritos da omra (cerimónia que inclui as tradicionais voltas a Ka´ba). Para que fosse pacifica esta peregrinação, houve negociações entre os muçulmanos e os Mequenses para que esta visita fosse pacifica (pacto de Hodaybiyya). Esta peregrinação teria início passados 12 meses.
Enquanto preparava a peregrinação a Meca, Maomé teve ainda tempo para se impor a uma outra tribo judaica, para assim cimentar o seu poder e autoridade na zona de Medina. Cercou então a tribo de Khaybar que não ofereceu resistência, tendo-lhes sido confiscada a grande maioria dos seus bens. Homens e mulheres ficaram prisioneiros dos muçulmanos.
Enquanto preparava a peregrinação a Meca, Maomé teve ainda tempo para se impor a uma outra tribo judaica, para assim cimentar o seu poder e autoridade na zona de Medina. Cercou então a tribo de Khaybar que não ofereceu resistência, tendo-lhes sido confiscada a grande maioria dos seus bens. Homens e mulheres ficaram prisioneiros dos muçulmanos.
Maomé toma uma das prisioneiras para si depois de mandar matar o seu marido por este ter dissimulado os seus bens ao profeta do Islão. Esta rapariga tinha o nome de Çafiyya. Maomé fê-la partilhar a sua cama nessa noite tendo tido relações sexuais com ela com o período menstrual, violando assim as suas anteriores ordens que determinavam que os seus partidários teriam de esperar o fim da menstruação para se unirem às suas prisioneiras.
Maomé toma uma das prisioneiras para si depois de mandar matar o seu marido por este ter dissimulado os seus bens ao profeta do Islão. Esta rapariga tinha o nome de Çafiyya. Maomé fê-la partilhar a sua cama nessa noite tendo tido relações sexuais com ela com o período menstrual, violando assim as suas anteriores ordens que determinavam que os seus partidários teriam de esperar o fim da menstruação para se unirem às suas prisioneiras.
Outras tribos judaicas, para não sofrerem o mesmo destino dos judeus dos Banu Qorayza, aceitaram pagar uma taxa aos muçulmanos para poderem conservar os seus bens e pela não conversão ao islamismo.
Outras tribos judaicas, para não sofrerem o mesmo destino dos judeus dos Banu Qorayza, aceitaram pagar uma taxa aos muçulmanos para poderem conservar os seus bens e pela não conversão ao islamismo.
Peregrinação a Meca por parte de Maomé e dos seus 2000 seguidores que o acompanharam. Aproveita a estadia para casar com a sua oitava mulher de seu nome Maymuna de 27 anos. Nesse ano casa ainda com outra mulher mequense, chamada de Omm Habiba.
Peregrinação a Meca por parte de Maomé e dos seus 2000 seguidores que o acompanharam. Aproveita a estadia para casar com a sua oitava mulher de seu nome Maymuna de 27 anos. Nesse ano casa ainda com outra mulher mequense, chamada de Omm Habiba.
Maomé prepara uma expedição contra Meca, constituída de cerca de 10.000 homens. Meca não correria nenhum risco de acolhesse Maomé.
Maomé prepara uma expedição contra Meca, constituída de cerca de 10.000 homens. Meca não correria nenhum risco de acolhesse Maomé.
Rendição de Meca. Em 11 de Janeiro de 630 Maomé entra pelas ruas desertas de Meca após negociação com as tribos mequenses. Fez um discurso no qual convidou os Qorayshitas, sua tribo de nascença, a virem prestar-lhe homenagem, a reconhece-lo como mensageiro de Allá e a jurar-lhe obediência. O chefe de Meca aceita formalmente o Islão recitando a “chahada”: “não há outro deus além de Deus; Maomé é o seu profeta”.
Rendição de Meca. Em 11 de Janeiro de 630 Maomé entra pelas ruas desertas de Meca após negociação com as tribos mequenses. Fez um discurso no qual convidou os Qorayshitas, sua tribo de nascença, a virem prestar-lhe homenagem, a reconhece-lo como mensageiro de Allá e a jurar-lhe obediência. O chefe de Meca aceita formalmente o Islão recitando a “chahada”: “não há outro deus além de Deus; Maomé é o seu profeta”.
Maomé proclama o seu perdão pelas ofensas passadas dos mequenses, à excepção de algumas personagens que considerava imperdoáveis, como é o caso de uma dezena de homens e mulheres intelectuais que ridicularizaram os versos do Alcorão, ou que tinham composto versos contra Maomé. Esses foram executados. Estabeleceu que o culto de religiões que não a muçulmana, só podia ser feito domesticamente, dentro de portas.
Maomé proclama o seu perdão pelas ofensas passadas dos mequenses, à excepção de algumas personagens que considerava imperdoáveis, como é o caso de uma dezena de homens e mulheres intelectuais que ridicularizaram os versos do Alcorão, ou que tinham composto versos contra Maomé. Esses foram executados. Estabeleceu que o culto de religiões que não a muçulmana, só podia ser feito domesticamente, dentro de portas.
Proíbe a peregrinação a Meca dos não muçulmanos.
Proíbe a peregrinação a Meca dos não muçulmanos.
15 dias após a entrada triunfal em Meca Maomé abandona a sua cidade natal e volta para Medina.
15 dias após a entrada triunfal em Meca Maomé abandona a sua cidade natal e volta para Medina.
Após dois anos de agravamento da sua condição de saúde Maomé morre a 8 de Junho em Medina, com uma doença que, pelos sintomas relatados historicamente, tudo indica ser uma meningite bacteriana.
Após dois anos de agravamento da sua condição de saúde Maomé morre a 8 de Junho em Medina, com uma doença que, pelos sintomas relatados historicamente, tudo indica ser uma meningite bacteriana.
Deixamos abaixo algumas sugestões de leitura e referências bibliograficas, nomeadamente o Alcorão e os Ahadits, assim como livros biográficos sobre a vida de Maomé e os seus seguidores.
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